7.2.09

durante muito tempo acreditei que tudo acontecia numa mesma repetição de padrões, semelhanças, que vinham das minhas referências do passado e confirmavam uma triste sina de ser mim mesma. gostaria de me apagar por completo. não sendo possível, não sei qual brilho começou em onde, mas hoje, quando no presente enquanto vivo se vejo alguma semelhança com o passado acredito que tudo veio antes daquele modo para que isso existisse.

se isso não se chama amor, tem nome de esperança.

2 comentários:

marcos pardim disse...

um personagem meu, de nome joão, livremente inspirado em são joão da cruz, diz que nele, esta desgraça que atende pela alcunha de esperança, tratou de encontrar outras nomes, todos insuportáveis...

júlia disse...

e todos os outros impronunciáveis?

esperança mesmo, é um nome de silêncio.

fanatismo? outra coisa.

 

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