23.4.09

mastodonte

psiu, o marcos tem o quase resenha então eu vou contar um quase-segredo: tô terminando um livro de poemas. eu sempre soube que isso ia me acontecer um dia, mas não sabia na verdade. é assim tudo que a gente quer: ?

porque sou generosa como um gigante mau
gostaria de contar pra vocês quais são as epígrafes.
a primeira, quase já datou nesse blogue. e é:


"Sei que os campos imaginam as suas
próprias rosas.
As pessoas imaginam seus próprios campos
de rosas. E às vezes estou na frente dos campos
como se morresse;
outras, como se agora somente
eu pudesse acordar."
“II”, Poemacto.
Herberto Helder

& também

"Céu de estrelas sem destino
De beleza sem razão (...)
Fogo fogo de artifício
Quero ser sempre o menino"

“São João, Xangô menino”.
Caetano Veloso e Gilberto Gil


& mas tenho dúvidas quanto a esta segunda,
se será ela ou

"Minha paixão há de brilhar na noite
No céu de uma cidade do interior
Como um objeto não-identificado"

ou qualquer outra estrofe de não-identificado, do Caetano.
me parece que será essa segunda, tem haver, não tem?

e o que importa mesmo é ser uma música do Caetano.


- -
que você acha?
e ah, o livro se chama é cantos de estima

5 comentários:

Anônimo disse...

jorge é da capadócia
salve jorge, salve

vina apsara disse...

lindo, adoro disco voador.

Tata Marques disse...

Gostei do nome que vc escolheu e seus poemas que conheci aqui são lindos tb.
Qualquer trecho do disco voador eu adoro.

júlia disse...

ah que bom que vocês gostam, meninas! hoje arranjei mais uma epígrafe, eu acho 3 demais, mas dá uma rolada também, e sabe, não dava pra fazer um primeiro livro e ele não ter epígrafe do drummond, assim, pra mim não daaaaaava. será que eu conto também qual é ou acrescento o "fator surpresa"? hmmmm-hm, me digam.

beijo,
gigante astral.

bernardo rb disse...

não identificado é muito mais foda!! amo. bjo

 

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